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	<title>Gestão &#38; Estratégia &#187; ESTRATÉGIA</title>
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	<description>Artigos de gestão e opinião econômica por Otávio Calixto - versão Beta</description>
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		<title>Estratégia formulada! e agora?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 18:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>

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		<description><![CDATA[  Estratégia formulada é estratégia executada? Muitos especialistas gastaram e gastam horas perguntando-se até que ponto a formulação da estratégia retrata as ações que a empresa irá executar no curto e médio prazo. O famoso guru da estratégia Lawrence Hrebiniak, autor de diversos livros sobre o tema, dentre eles “Fazendo a Estratégia Funcionar” e professor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <br />
<a href="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Estratégia-formulada-e-agora.jpg"></a><a href="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Estratégia-formulada-e-agora_.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-278" title="Estratégia formulada! e agora?" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Estratégia-formulada-e-agora_.jpg" alt="" width="111" height="162" /></a>Estratégia formulada é estratégia executada? Muitos especialistas gastaram e gastam horas perguntando-se até que ponto a formulação da estratégia retrata as ações que a empresa irá executar no curto e médio prazo. O famoso guru da estratégia <a href="http://www.wharton.upenn.edu/faculty/hrebinil.cfm" target="_blank">Lawrence Hrebiniak</a>, autor de diversos livros sobre o tema, dentre eles <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/busca/busca.asp?palavra=fazendo+a+estrat%E9gia+funcionar&amp;tipo_pesq=titulo&amp;sid=1611501051291393548097660&amp;k5=28D6A414&amp;uid=&amp;limpa=0&amp;parceiro=OOOIAX&amp;x=20&amp;y=11" target="_blank">“Fazendo a Estratégia Funcionar”</a> e professor da Wharton Business School já alertava que <strong>“Fazer um plano funcionar é um desafio maior do que criar um plano”</strong>.<br />
 <br />
Como consultor e curioso pelo assunto, também acabei me debruçando um pouco sobre informações recentes acerca do tema e encontrei uma pesquisa realizada este ano com mais de 1.000 organizações e publicada na <a href="http://hbr.org/web/extras/strategy-execution/1-slide" target="_blank">Harvard Business Review</a>. O artigo sobre formulação e execução da estratégia, apontava que apenas 37% das organizações afirmaram ser excelentes ou muito boas na execução de suas estratégias (pra mim isso é bastante alarmante!).<br />
 <br />
Vários fatores levam a este problema, mas me chama bastante a atenção os fatores ligados a formulação das diretrizes estratégicas. Não compreender de fato quais prioridades podem ser executadas no seu <strong>horizonte estratégico</strong> é talvez o elemento inicial e principal de uma estratégia que não funciona.<br />
 <br />
Em uma visão genérica acerca do processo de formulação podemos dizer que 3 macro-etapas o definem: o questionamento de <strong>“o que fazer e do como fazer”</strong>, seguido de uma análise de <strong>“o que e como fazer vs. o que realmente posso fazer”</strong> e o detalhamento daquilo que <strong>“posso e me comprometo a fazer”</strong>. No entanto, o que acontece de fato é uma explosão inicial de idéias acerca de “o que e como fazer” seguida já do ímpeto de detalhar os planos de ação que coloquem a estratégia para rodar e responsabilizam a organização acerca do “posso e me comprometo a fazer”.<br />
 <br />
Mas, o que acontece com a etapa de confrontar a estratégia formulada com a realidade da organização?<br />
 <br />
Essa etapa muitas vezes é deliberadamente ignorada e, ao que tudo indica, um dos fatores chave é a dificuldade de saber como confrontar a estratégia formulada com a capacidade organizacional de executá-la.<br />
 <br />
Ao auxiliar na formulação da estratégia de algumas organizações, já enfrentei por diversas vezes essa dificuldade. Mas a partir de um determinado momento notei que quatro elementos da organização conseguiam nos apontar de forma bastante apurada sua capacidade de execução: a disponibilidade de <strong>infra-estrutura</strong>, disponibilidade de <strong>pessoas</strong>, disponibilidade de <strong>processos</strong> e a disponibilidade de <strong>recursos financeiros</strong>.<br />
 <br />
De maneira geral, tenho visto que a comparação da disponibilidade destes recursos com as necessidades colocadas pela estratégia mostra-se bastante adequada, principalmente para a organização de fato responsabilizar seus times e seus ativos acerca da estratégia formulada e de forma consciente declarar aquilo que <strong>“pode e se compromete a fazer”</strong>.<br />
 <br />
Assim como colocado no artigo anterior, que uma estratégia e uma visão só atendem às necessidades do mercado uma vez que o <strong>posicionamento é aderente aos atributos</strong> valorizados pelo cliente. A <strong>FORMULAÇÃO</strong> da estratégia, etapa seguinte a partir deste posicionamento, só é de fato “executável” se a organização tem capacidade e maturidade de confrontar sua disponibilidade de recursos, com as necessidades e desafios postos pelas suas diretrizes estratégicas ao longo do tempo.<br />
  <br />
Este artigo também está publicado no Blog Execução da Estratégia: <a href="http://www.execucaodaestrategia.com.br">www.execucaodaestrategia.com.br</a></p>
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		<title>Lições da Copa do Mundo para o Posicionamento</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2010/07/20/licoes-da-copa-do-mundo-para-o-posicionamento/</link>
		<comments>http://otaviocalixto.com.br/2010/07/20/licoes-da-copa-do-mundo-para-o-posicionamento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 17:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Neste último mês vivenciamos a febre coletiva e as intensas emoções da Copa do Mundo, o evento esportivo com a maior audiência do planeta (2,8 bilhões de pessoas assistiram a pelo menos um jogo) completa sua 19ª edição com pleno vigor, e de forma emocionante trazendo uma final inédita entre dois times que nunca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><img class="alignleft size-full wp-image-267" title="copa-do-mundo" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/07/copa-do-mundo.bmp" alt="copa-do-mundo" />Neste último mês vivenciamos a febre coletiva e as intensas emoções da <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">Copa do Mundo</strong>, o evento esportivo com a maior audiência do planeta (2,8 bilhões de pessoas assistiram a pelo menos um jogo) completa sua 19ª edição com pleno vigor, e de forma emocionante trazendo uma final inédita entre dois times que nunca alcançaram o título mundial, colocando a Espanha no seleto hall de Campeões do Mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Neste clima eu não pude ficar de fora e saí por ai lendo matérias sobre a Copa, assistindo os jogos quando possível, participando de bolão, ou seja, resolvi entrar de fato no clima do mundial. Até que me surgiu um pensamento: um evento deste porte e com esta abrangência seria uma ótima oportunidade de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">posicionamento ou reposicionamento</strong> de mercado para algumas empresas, como será que a Copa poderia ser utilizada neste sentido?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Então passei a procurar alguns textos sobre o assunto, lendo desde jornais esportivos até os mais especializados em negócios&#8230;depois de ter visto uma série de análises e artigos (incluindo a do JP Morgan e do Goldman Sachs que erraram feio em quem seriam os campeões), encontrei um ótimo texto publicado na Exame ainda algumas semanas antes do evento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O artigo <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">“Para eles, 2014 já começou”</strong> explora de forma genial exemplos de empresas que utilizaram a Copa do Mundo de 2010 como um amplo laboratório de Marketing, testando idéias que poderão ser utilizadas daqui a 4 anos na Copa do Brasil. Seguem alguns dos exemplos publicados:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><span style="mso-spacerun: yes">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Coca-Cola</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Mobilizou uma ampla campanha de marketing organizando um campeonato nacional de reciclagem de latinhas e garrafas, com a participação de 200 escolas públicas de todo a África do Sul, premiando com 20.000 ingressos para as escolas mais bem colocadas. A idéia é <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">posicionar a marca</strong> junto à população carente e envolvê-los no campeonato mundial, além disso a empresa utilizou o evento para preparar os executivos da subsidiária brasileira (6 foram enviados para o evento).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><span style="mso-spacerun: yes"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Ambev (AB InBev)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Organizou a Copa do Mundo da Cerveja, um campeonato de futebol amador formado por equipes de consumidores de diversos países, cada um deles representando uma das 60 marcas do conglomerado, com as finais ocorrendo nos mesmos estádios da Copa. A idéia é <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">reforçar a imagem da empresa</strong> através do envolvimento direto do consumidor final.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><span style="mso-spacerun: yes">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Sony</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Além de fornecer os telões, a empresa tornou-se a patrocinadora oficial dos Fan Fests, evento realizado em 9 cidades da África do Sul e outras sete espalhadas pelo mundo, com público total previsto de 25 milhões de pessoas. A idéia é <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">promover a tecnologia</strong> de transmissão 3D e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">reforçar o posicionamento da empresa</strong> de forma diferenciada junto ao consumidor final.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><span style="mso-spacerun: yes">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">De maneira geral, em um ambiente de hiper competição e multiplicidade de ofertas, demanda-se que as empresas tenham a capacidade de se <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">POSICIONAR</strong> de forma clara junto ao consumidor final, explicitando os atributos de sua marca e a proposta de valor da organização para o seu cliente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Dentro do ciclo de planejamento estratégico, esta etapa de definição do posicionamento idealmente vem logo após a etapa inicial de explorar o ambiente interno e externo da organização. Neste momento a empresa já possui as informações suficientes para definir seus diferenciais, sua proposta de valor e os segmentos em que deve ou tem capacidade de atuar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Assim como uma estratégia e uma visão só alcançam efetividade de longo prazo quando apresentam uma fluxo consistente de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">revisões e análise do ambiente</strong>, uma estratégia e uma visão só atendem às necessidades do mercado uma vez que o <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">posicionamento é aderente aos atributos valorizados</strong> pelo cliente e a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">proposta de valor é sustentável</strong> pela oferta da empresa ao longo do tempo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crise Européia, Brasil e o Planejamento Estratégico</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 21:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas os mercados financeiros nacional e internacionais têm vivido novos momentos de turbulência. A crise orçamentária dos países europeus que formam os PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha) trouxe novamente o clima de tensão aos mercados e gerou uma queda abrupta da confiança dos investidores na capacidade de pagamento de nações com alto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"><br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-259" title="crise-europeia-brasil-e-o-planejamento-estrategico3" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/05/crise-europeia-brasil-e-o-planejamento-estrategico3-150x150.jpg" alt="crise-europeia-brasil-e-o-planejamento-estrategico3" width="150" height="150" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Nas últimas semanas os mercados financeiros nacional e internacionais têm vivido novos momentos de turbulência. A crise orçamentária dos países europeus que formam os <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha)</strong> trouxe novamente o clima de tensão aos mercados e gerou uma queda abrupta da confiança dos investidores na capacidade de pagamento de nações com alto índice de endividamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Mas, o que de fato essa nova turbulência do mercado pode causar de abalos ou danos a <strong>economia brasileira</strong>? Como as empresas devem considerar esse novo contexto em suas <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">definições e planos estratégicos</strong>?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Entendendo a crise</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Primeiramente vamos entender a origem da crise: com a formação da União Européia consolidou-se em um bloco único países com sensíveis diferenças macro-econômicas. A construção e consolidação do bloco trouxe uma série de benefícios para as economias européias dentre as quais a disponibilidade de uma moeda forte e comum, mercados de capital unificados e livre comércio com os demais países membros da UE. Porém a unificação econômica não trouxe em conjunto a unificação política e a eliminação das <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">desigualdades produtivas </strong>e de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">capacidade financeira</strong> dos países.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Em uma tentativa de propulsionar suas economias durante a crise, os países que formam os PIGS somaram gastos governamentais a um <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">nível de endividamento</strong> que já se apresentava como preocupante no pré-crise. Revelado o estado de insolvência da economia Grega, desnudou-se uma deficiência grave em termos de capacidade de pagamento em outras importantes nações européias, sendo este o estopim de toda a instabilidade atual.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Efeitos sobre o Brasil e sobre os planos estratégicos do setor empresarial</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Três efeitos já se mostram claros, embora ainda com baixa intensidade no cenário nacional. O primeiro deles é a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">valorização do dólar</strong>, puxado pela alta demanda de investidores externos pela moeda buscando cobrir as perdas em outros mercados e preservar seus ativos em uma moeda de menor risco. O segundo efeito é a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">aceleração da inflação</strong>, com a economia próxima a um superaquecimento (crescemos cerca de 10% no 1º. trim.) o aumento do dólar impulsiona os preços de produtos que utilizam bens importados como insumo. O terceiro e último efeito é a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">perda de fôlego do mercado financeiro</strong>, com o aumento da taxa de juros básica, os títulos públicos tornaram-se atrativos e a saída de investidores estrangeiros diminuiu a atratividade dos ativos, reduzindo a capacidade das empresas brasileiras de captarem recursos no mercado acionário.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">O ambiente de incerteza e a mudança de variáveis chaves do cenário econômico demandam uma <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">capacidade de resposta</strong> rápida do setor empresarial de forma a considerar alterações em seus planos estratégicos vigentes. Neste momento se torna ainda mais importante reforçar a tarefa de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">EXPLORAR</strong> constantemente o ambiente externo dentro do ciclo de planejamento estratégico da organização. Metas e projetos que são sensíveis a variações cambiais e inflacionárias devem ser cuidadosamente reavaliados, assim como planos de contingência devem ser elaborados para mitigar possíveis agravamentos da situação econômica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Uma estratégia e uma visão só alcançam efetividade de longo prazo quando apresentam um <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">fluxo consistente de revisões</strong> e uma considerável capacidade de se <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">flexibilizar no curto prazo</strong>.</span></p>
<p>Em suma, até o momento podemos concluir que o Brasil está distanciado da crise européia, mas os efeitos percebidos já são o suficiente para manter o sinal de alerta acesso nas reuniões de gestão estratégica e na tomada de decisão de curto prazo da empresa. Portanto, mais uma vez vale agir com cautela e utilizar os recursos da organização com parcimônia: pior do que enfrentar uma crise é passar pela crise sem enfrentá-la.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Legado de C.K. Prahalad</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 16:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[     Neste mês o mundo da Gestão perdeu um de seus mais ilustres pensadores. C.K. Prahalad, professor da Universidade de Michigan (Ross Business School) e famoso consultor e conselheiro de grandes empresas, faleceu aos 68 anos no último dia 16 de abril.   Em sua breve vida Prahalad fez história no pensamento em Gestão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-246" title="c_k_prahalad" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/04/c_k_prahalad-v21-125x150.jpg" alt="c_k_prahalad" width="125" height="150" />Neste mês o mundo da Gestão perdeu um de seus mais ilustres pensadores. <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">C.K. Prahalad</strong>, professor da Universidade de Michigan (Ross Business School) e famoso consultor e conselheiro de grandes empresas, faleceu aos 68 anos no último dia 16 de abril.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Em sua breve vida Prahalad fez história no pensamento em Gestão, defendendo e formulando conceitos amplamente conhecidos e amplamente utilizados hoje pelas corporações mundo afora. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O primeiro deles, construído em parceria com Gary Hamel, ainda nos anos 90 foi o conceito de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">“Corporate Core Competence” </strong>(Competência Central da Empresa, em tradução livre) que se tornou um dos modelos de gestão mais aplicados e palavra de ordem no mundo empresarial nos anos seguintes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">No início dos anos 2000 Prahalad conseguiu formular um conceito ainda mais inovador e que passou novamente a influenciar profundamente o dia-a-dia das empresas: <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">“Fortune at the Bottom of the Pyramid”</strong> (Riqueza na Base da Pirâmide). Conceito que causou muita curiosidade e até mesmo certa estranheza, mas que hoje em dia faz parte do pensamento estratégico da maioria dos gestores de empresas nos mais diversos cantos do mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Prahalad me serviu muitas vezes de inspiração, principalmente na elaboração do modelo de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">“Lojas da Comunidade”</strong> que gerenciei quando atuei na equipe de Planejamento Estratégico do <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">Wal-Mart</strong>. A empresa chegou a distribuir o livro recentemente publicado de Prahalad para todos integrantes do nível de gestão e a organização abraçou a idéia, formulando e construindo ofertas que atendessem especificamente esse grupo de menor renda da população. Nesta época o livro “Riqueza na Base da Pirâmide” foi meu livro de cabeceira por muitos meses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O legado das idéias de Prahalad é muito frutífero e muito rico, ao longo dos próximos anos os desdobramentos destas idéias ainda renderão muitos benefícios para as organizações que as implementarem e para todo o contexto econômico que continuará a se beneficiar de uma economia cada vez mais inclusiva e progressista. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Mais artigos publicados sobre o Prahalad:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Wall Street Journal:</span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> <a href="http://blogs.wsj.com/indiarealtime/2010/04/19/ck-prahalad-thoughts-and-remembrances/">http://blogs.wsj.com/indiarealtime/2010/04/19/ck-prahalad-thoughts-and-remembrances/</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Bloomberg Business Week: </span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"><a href="http://www.businessweek.com/magazine/content/10_18/b4176020893376.htm">http://www.businessweek.com/magazine/content/10_18/b4176020893376.htm</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Business Day: </span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"><a href="http://www.businessdayonline.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=10439:prahalads-thoughts-on-poverty-eradication-&amp;catid=96:columnists&amp;Itemid=350">http://www.businessdayonline.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=10439:prahalads-thoughts-on-poverty-eradication-&amp;catid=96:columnists&amp;Itemid=350</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Época Negócios:</span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI134641-16418,00-MORRE+PRAHALAD+GURU+DA+RIQUEZA+NA+BASE+DA+PIRAMIDE.html">http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI134641-16418,00-MORRE+PRAHALAD+GURU+DA+RIQUEZA+NA+BASE+DA+PIRAMIDE.html</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Prahalad no Wikipedia:</span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prahalad">http://pt.wikipedia.org/wiki/Prahalad</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Principais livros: </span></strong></p>
<ul>
<li>
<div class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">A Riqueza na Base da Pirâmide</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O Futuro da Competição</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Competindo pelo Futuro</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">A Nova Era da Inovação</span></div>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>2010: O ano da virada</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2010/02/22/2010-o-ano-da-virada/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Competitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Sejam todos muito bem vindos ao site Gestão &#38; Estratégia! É com grande felicidade que venho recepcioná-los aqui neste espaço que só se tornou possível com o apoio moral e profissional de muitos de vocês que me acompanharam nestes últimos anos.   Pensei por um bom tempo o que escrever neste artigo de relançamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><img class="alignleft size-full wp-image-232" title="2010-ano-da-virada" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/02/2010-ano-da-virada.bmp" alt="2010-ano-da-virada" />Sejam todos muito bem vindos ao site <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">Gestão &amp; Estratégia!</strong> É com grande felicidade que venho recepcioná-los aqui neste espaço que só se tornou possível com o apoio moral e profissional de muitos de vocês que me acompanharam nestes últimos anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Pensei por um bom tempo o que escrever neste artigo de relançamento do site. Cheguei a conclusão que, para um ano tão esperado como 2010, não há nada mais adequado do que refletir sobre o que teremos pela frente nesses próximos meses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O ano de 2010 aponta em todos os sentidos como “o ano da virada”, tanto no âmbito interno, no qual o Brasil tende a retomar com grande força seu crescimento e consolidar sua posição de destaque, quanto no âmbito externo, no qual o mundo espera ansioso uma retomada da normalidade econômica e o início de uma década mais segura e sustentável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Fatos &amp; Tendências no Brasil</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Certamente a palavra “crescimento” é a mais adequada para descrever a situação do país em 2010, não apenas o amplamente discutido crescimento econômico, mas também o crescimento social, político e do empresariado brasileiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">No que tange a economia as estimativas são de crescimento robusto, certamente na faixa dos 5%, havendo apostas de crescimento superior a 6%. Setores como o varejo, bens de consumo, infra-estrutura e e-commerce devem alcançar níveis de crescimento acima de 2 dígitos. Com a retomada do crédito, a ampliação da renda e o aumento do número de empregos o consumidor já inicia o ano com ampla disposição ao consumo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O Índice de Expectativa do Consumidor, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria, atingiu níveis recordes em dezembro de 2009, chegando ao índice de 117,2 pontos, um aumento de 6,7% em relação ao índice de dezembro de 2008. O ano de 2010 também será um ano de grande destaque pelos eventos que trará com ele, a Copa do Mundo tradicionalmente impulsiona as vendas de bebidas e eletroeletrônicos; e as Eleições tipicamente geram grandes níveis de investimentos federais em infra-estrutura que devem ser ainda maiores com o começo das obras para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Oferecemos mais do que nunca um mix único e importantíssimo de estabilidade, crescimento econômico em um cenário de ampla democracia. Nossas empresas devem operar em ritmo acelerado aproveitando a situação de baixos estoques e grande demanda. A efervescência deve tomar conta também no mundo das fusões e aquisições, recuperando a queda de quase 30% em 2009 comparado a 2008, quando atingiram o recorde de US$ 95 bi. É esperado também aumento considerável nas ofertas de ações na bolsa, o volume deve aumentar em até 40% em relação a 2009 quando chegaram a US$ 20 bi.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Fatos &amp; Tendências no Mundo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Se para o Brasil a palavra é “crescimento” para o mundo a palavra é sem dúvida “cautela”. A combinação de euforia econômica em alguns países emergentes e um cenário de imensas dúvidas em diversos países desenvolvidos apresentará um mundo de indicadores modestos para 2010, mas com resultados consistentemente melhores que 2009.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O PIB mundial deve crescer na ordem de 3,2% (baseado em paridade do poder de compra, PPP), um nível consideravelmente inferior ao registro recente de 5% de crescimento em 2007, mas bem mais adequado do que a taxa de -1,5% de 2008. Apesar dos amplos programas de estímulo econômico e da crescente melhora do mercado financeiro, os países desenvolvidos devem crescer a uma taxa de somente 1,7%, enquanto os países emergentes devem apresentar taxa de 5,2%.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O maior destaque continuará a ser a China, que em tempos de crise expandiu seu PIB em mais de 8% em 2009 e deverá retomar a taxa de 10% em 2010, o elevado crescimento deverá ser impulsionado pelos investimentos em infra-estrutura e no mercado de bens de consumo. O gigante asiático alcança dois grandes marcos econômicos em 2010: tornar-se a 2ª maior economia do mundo, ultrapassando o Japão; e atingir a marca de 10% de participação em todo o comércio mundial. Reforçando ainda mais a tese de que as aspirações mundiais estarão em torno de um G2, formado apenas pela superpotência chinesa e o ainda vigoroso império americano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> </p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">Por fim, dois fatores serão fundamentais para o retorno da normalidade econômica mundial: a retomada do crescimento no comércio mundial atingido em cheio com a crise econômica, em 2010 as trocas globais deverão crescer em dólares cerca de 3,7%, frente a uma forte derrocada de -9,4% em 2009; e as taxas de juros devem permanecer baixas em todo o mundo, facilitando o crédito às empresas e aos consumidores em geral.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> </p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">Fontes: EIU &#8211; Economist Intelligence Unit, IPEA, CNI, UNCTAD e Portal Exame.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>The Economist: &#8220;Brazil Takes Off&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 23:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[  Análise do artigo: &#8220;Brazil Takes Off&#8221; publicado pela The Economist   É inegável que o Brasil está em evidência no exterior, muitos países têm olhado com grande curiosidade e admiração a forma com que o Brasil encarou a crise. Realmente fomos um dos últimos a sentir os efeitos da desaceleração mundial e nossa economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong>Análise do artigo: &#8220;Brazil Takes Off&#8221;</strong> publicado pela <strong>The Economist</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><img class="alignleft size-full wp-image-182" title="brazil-takes-off" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/01/brazil-takes-off.jpg" alt="brazil-takes-off" width="138" height="103" />É inegável que o Brasil está em evidência no exterior, muitos países têm olhado com grande curiosidade e admiração a forma com que o Brasil encarou a crise. Realmente fomos um dos últimos a sentir os efeitos da desaceleração mundial e nossa economia já desponta com crescimento vigoroso e consumo em alta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A imagem do país também mudou consideravelmente, anteriormente palavras como “Carnaval” e “Futebol” eram diretamente e facilmente associadas ao Brasil. Hoje em dia o cenário é diferente, eu mesmo tive essa experiência de forma muito clara a última vez que estive em Stanford, todos alunos que descobriam que eu era brasileiro me abordavam de forma entusiasmada sempre iniciando a conversa com duas perguntas: <strong><em style="mso-bidi-font-style: normal;">“E a economia? Vejo que vocês tem crescido muito!”</em></strong>, <strong><em style="mso-bidi-font-style: normal;">“E o presidente Lula? Ele realmente está transformando o país?”</em></strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Tenho que reconhecer que eu também sou um grande entusiasta do crescimento brasileiro e do sucesso recente da nossa economia. No entanto, vale lembrar que muito do que nos salvou da crise também nos manteve isolados e em estado de estagnação econômica por um longo tempo. Nosso mercado vem se mostrando cada vez mais dinâmico e vigoroso e nossas empresas tem atingido níveis de expansão e lucro que fazem inveja ao mundo desenvolvido, mas precisamos sempre nos lembrar também dos problemas que ainda temos que resolver. O artigo “Brazil takes off” publicado pela The Economist apresenta muito bem este cenário e aponta de maneira excelente este contraponto entre o sucesso recente e os problemas ainda em aberto. Uma ótima leitura para compreender o momento em que estamos vivendo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">“WHEN, back in 2001, economists at Goldman Sachs bracketed Brazil with Russia, India and China as the economies that would come to dominate the world, there was much sniping about the B in the BRIC acronym. Brazil? A country with a growth rate as skimpy as its swimsuits, prey to any financial crisis that was around, a place of chronic political instability, whose infinite capacity to squander its obvious potential was as legendary as its talent for football and carnivals, did not seem to belong with those emerging titans.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">Now that scepticism looks misplaced. China may be leading the world economy out of recession but Brazil is also on a roll. It did not avoid the downturn, but was among the last in and the first out. Its economy is growing again at an annualised rate of 5%. It should pick up more speed over the next few years as big new deep-sea oilfields come on stream, and as Asian countries still hunger for food and minerals from Brazil’s vast and bountiful land. Forecasts vary, but sometime in the decade after 2014—rather sooner than Goldman Sachs envisaged—Brazil is likely to become the world’s fifth-largest economy, overtaking Britain and France. By 2025 São Paulo will be its fifth-wealthiest city, according to PwC, a consultancy. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><a name="at_last,_economic_sense"></a><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">At last, economic sense</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">In fact, Brazil’s emergence has been steady, not sudden. The first steps were taken in the 1990s when, having exhausted all other options, it settled on a sensible set of economic policies. Inflation was tamed, and spendthrift local and federal governments were required by law to rein in their debts. The Central Bank was granted autonomy, charged with keeping inflation low and ensuring that banks eschew the adventurism that has damaged Britain and America. The economy was thrown open to foreign trade and investment, and many state industries were privatised. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><a name="national_champions_and_national_handicap"></a><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">National champions and national handicaps</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">There are new problems on the horizon, just beyond those oil platforms offshore. The real has gained almost 50% against the dollar since early December. That boosts Brazilians’ living standards by making imports cheaper. But it makes life hard for exporters. The government last month imposed a tax on short-term capital inflows. But that is unlikely to stop the currency’s appreciation, especially once the oil starts pumping.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">Lula is right to say that his country deserves respect, just as he deserves much of the adulation he enjoys. But he has also been a lucky president, reaping the rewards of the commodity boom and operating from the solid platform for growth erected by his predecessor, Fernando Henrique Cardoso. Maintaining Brazil’s improved performance in a world suffering harder times means that Lula’s successor will have to tackle some of the problems that he has felt able to ignore. So the outcome of the election may determine the speed with which Brazil advances in the post-Lula era. Nevertheless, the country’s course seems to be set. Its take-off is all the more admirable because it has been achieved through reform and democratic consensus-building. If only China could say the same.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14845197">http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14845197</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">Copyright: The Economist</span></p>
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		<title>Exame: &#8220;COP15 termina, mas com acordo fraco&#8221;</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2010/01/02/exame-cop15-termina-mas-com-acordo-fraco/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 22:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Mundial]]></category>
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		<description><![CDATA[  Análise do artigo: &#8220;COP15 termina, mas com acordo fraco&#8221; publicado pelo Portal Exame em 18 de dezembro   Nas últimas semanas de dezembro entregamos boa parte de nossas esperanças por um mundo mais sustentável na mão dos líderes mundiais reunidos em Copenhagen. Pouco antes do início do encontro já era difícil de imaginar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong>Análise do artigo: &#8220;COP15 termina, mas com acordo fraco&#8221;</strong> publicado pelo <strong>Portal Exame</strong> em 18 de dezembro</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><img class="alignleft size-full wp-image-177" title="cop15-v2" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cop15-v2.jpg" alt="cop15-v2" width="101" height="127" />Nas últimas semanas de dezembro entregamos boa parte de nossas esperanças por um mundo mais sustentável na mão dos líderes mundiais reunidos em Copenhagen. Pouco antes do início do encontro já era difícil de imaginar que a conferência terminaria com um amplo acordo e definições claras de metas de redução das emissões, no entanto, ainda havia esperança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Ao longo do encontro o que vimos foi uma conferência marcada pela desorganização, desentendimento e decepção. Causou-me certo espanto ver a forma com que as autoridades dinamarquesas perderam o controle do evento, seja pelo caos na entrada do centro de convenções ou pelos constantes tumultos provocados pelo enfrentamento direto entre manifestantes e forças policiais. Da mesma forma fiquei espantado com o pensamento e a postura individualista marcante nos líderes nacionais que estiveram presentes na reunião.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">De certa forma o Brasil fez a sua parte ao levar ao encontro metas definidas de redução, e adotar uma postura pragmática de resolver o problema em pequenos grupos de países com alta relevância internacional para posteriormente apresentar uma proposta mais coesa à plenária. Mas estas iniciativas não foram suficientes, a conferência foi marcada por debates intermináveis e poucos resultados práticos. Muitos a vêem como um grande fracasso, poucos a vêem como o início, ainda que discreto, de uma discussão que ainda renderá muitos frutos para o mundo, visão da qual eu compartilho. O fato é que o encontro terminou, e agora nos resta esperar desdobramentos positivos das discussões e do fraco acordo construído pelos líderes que estiveram presentes em Copenhagen.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A Revista Exame analisou de forma muito competente o apagar das luzes da COP15, apontando os principais pontos do acordo construído ao longo do evento. Vale a pena ler e analisar este artigo, desta forma podemos saber o que esperar dos desdobramentos deste polêmico encontro. Boa leitura!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">“A 15ª Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (COP15) chegou ao fim nesta sexta-feira sem o acordo esperado por todos. A última esperança era a reunião realizada entre Brasil, China, Estados Unidos, África do Sul e Índia. Mas nesse encontro não houve consenso entre os 193 países participantes das discussões sobre a redução de emissões de gases-estufa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O ministro brasileiro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse a jornalistas que o conteúdo do documento será feito considerando um possível encontro em 2010. Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama já se despediram da conferência climática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Um funcionário oficial do governo norte-americano disse que as decisões tomadas pelos Estados Unidos em Copenhague não foram suficientes para chegar a um acordo global, mas são importantes para uma primeira ação: &#8220;Nenhum país está totalmente satisfeito com cada elemento. Mas é um passo significativo e histórico para a frente&#8230;Entramos nessa negociação em um momento em que os países tinham diferenças significativas&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O último esboço de documento divulgado hoje estipulava a redução de gases-estufa em 80% para os países ricos e em 50% para as demais nações até 2050. Se for aceita, a nova proposta considera a meta a partir dos níveis estabelecidos em 1990. O que ainda está indefenida é a meta para 2020.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Um grupo composto por 25 países &#8211; desenvolvidos e em desenvolimento &#8211; elaborou uma declaração de duas páginas definindo os próximos passos do combate às mudanças climáticas. Entre eles, está a mobilização de 30 bilhões de dólares nos próximos três anos para ajudar países pobres. A intenção é que, a partir de 2020, sejam destinados anualmente cerca de 100 bilhões de dólares em favor da causa ambiental.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Em discurso improvisado, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, disse estar frustrado com a falta de inteligência dos chefes de Estado para promover um acordo global. Mesmo assim, Lula se propôs a ajudar financeiramente o fundo climático, destinado a países pobres.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/cop15-chega-ao-fim-acordo-definido-521257.html">http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/cop15-chega-ao-fim-acordo-definido-521257.html</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Copyright: Portal Exame</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Wharton: &#8220;Why Economists Failed to Predict the Financial Crisis&#8221;</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2009/05/15/125/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[ESTRATÉGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[  Análise do artigo: “Why Economists Failed to Predict the Financial Crisis” publicado pela Knowledge Wharton no último dia 13 de maio.   Continuando a nossa série de artigos sobre a crise mundial, o recém publicado artigo da Wharton Business School nos traz uma visão interessante sobre como os modelos econômicos matemáticos adotados pelo sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">  </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Análise do artigo: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">“Why Economists Failed to Predict the Financial Crisis”</em> </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">publicado pela <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Knowledge Wharton</strong> no último dia 13 de maio.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-129" title="financial-crisis" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2009/05/financial-crisis-150x120.jpg" alt="financial-crisis" width="150" height="120" />Continuando a nossa série de artigos sobre a crise mundial, o recém publicado artigo da Wharton Business School nos traz uma visão interessante sobre como os modelos econômicos matemáticos adotados pelo sistema financeiro são falhos e incompletos.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Os autores destacam que os principais modelos preditivos adotados têm como premissa base que os agentes econômicos agem racionalmente, quando na verdade diversos outros fatores psico-sociais tem influência direta sobre as decisões financeiras tanto de indivíduos quanto de grandes organizações.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O início do artigo é bastante interessante, com uma argumentação provocativa questionando os economistas como um todo e sua crença de que apenas a chamada “economia real” seria a fonte das crises e não o sistema financeiro e seus produtos de alto risco. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A leitura deste artigo certamente será muito proveitosa, vale destacar que a Wharton é uma das escolas de administração mais respeitadas em todo o globo e que suas publicações são a fonte de informação de grandes tomadores de decisões mundo a fora. Boa Leitura:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">“There is a long list of professions that failed to see the financial crisis brewing. Wall Street bankers and deal-makers top it, but banking regulators are on it as well, along with the Federal Reserve. Politicians and journalists have shared the blame, as have mortgage lenders and even real estate agents.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">But what about economists? Of all the experts, weren&#8217;t they the best equipped to see around the corners and warn of impending disaster?</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Indeed, a sense that they missed the call has led to soul searching among many economists. While some did warn that home prices were forming a bubble, others confess to a widespread failure to foresee the damage the bubble would cause when it burst. Some economists are harsher, arguing that a free-market bias in the profession, coupled with outmoded and simplistic analytical tools, blinded many of their colleagues to the danger.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Lessons Not Learned</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Prior to the latest crisis, there were two well-known occasions when exotic bets, leverage and inadequate modeling combined to create crises, the paper&#8217;s authors say, arguing that economists should therefore have known what could happen. The first case, the stock market crash of 1987, began with a small drop in prices which triggered an avalanche of sell orders in computerized trading programs, causing a further price decline that triggered more automatic sales.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">The second case was the 1998 collapse of the Long-Term Capital Management (LTCM) hedge fund. It had built up a huge position in government bonds from the U.S. and other countries, and was forced into a wave of selling after a Russian government bond default knocked bond prices down.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">&#8220;When there&#8217;s a default in one kind of bond, it causes reassessment of all the risks,&#8221; says Wharton economics professor Richard Marston. &#8220;I don&#8217;t think we have really fully learned from the LTCM crisis, or from other crises, the extent to which things are illiquid.&#8221; These crises have shown that market participants can rely too heavily on the belief they can quickly unload securities that decline in price, He says. In fact, the downward spiral can be so rapid that it leaves investors with losses far larger than they had thought possible.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">In the current crisis, he says, economists &#8220;should get blamed for the overall unwillingness to take into account liquidity risk. And I think it&#8217;s going to force us to reassess that.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Academics also are beginning to reassess business-school curricula. Wharton management professor Stephen J. Kobrin recently moderated a faculty panel that talked about a wide range of possible responses to the crisis. Among the issues discussed, he says, was whether Wharton&#8217;s curriculum should include more on regulation and risk management, as well as executive education programs for regulators and other government officials.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Kobrin said he believes many academics share &#8220;an ideological fixation with free markets and lack of regulation&#8221; that should be reexamined. &#8220;Obviously, people missed the boat on a lot of the risks that a lot of financial instruments entailed,&#8221; he says. &#8220;We need to think about what changes are needed in the curriculum.&#8221;</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 14.25pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;"> </span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Fonte: <a href="http://www.newsweek.com/id/190384">http://knowledge.wharton.upenn.edu/article.cfm?articleid=2234</a></span></span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 14.25pt; text-align: justify;"> </p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-bidi-language: AR-SA;" lang="EN"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;">Copyright: Knowledge Wharton</span></span></p>
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		<title>Preview: Efeitos da Exportação e do apoio da APEX sobre o Planejamento Estratégico</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2009/04/05/preview-efeitos-da-exportacao-e-do-apoio-da-apex-sobre-o-planejamento-estrategico/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 22:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[ESTRATÉGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>

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		<description><![CDATA[    Resumo   A intensificação do comércio internacional nos últimos anos foi acompanhada por uma concentração das transações externas nos grandes grupos empresariais em detrimento das pequenas e médias empresas que carecem de recursos e expertise para realizar tais operações. A par desta carência o governo federal vem fortalecendo seus órgãos de promoção e auxílio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; mso-layout-grid-align: none;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; mso-layout-grid-align: none;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">    </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; mso-layout-grid-align: none;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Resumo </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><img class="alignleft size-full wp-image-49" title="international-trade-v1" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2009/04/international-trade-v1.jpg" alt="international-trade-v1" width="120" height="104" />A intensificação do comércio internacional nos últimos anos foi acompanhada por uma concentração das transações externas nos grandes grupos empresariais em detrimento das pequenas e médias empresas que carecem de recursos e <em>expertise </em>para realizar tais operações. A par desta carência o governo federal vem fortalecendo seus órgãos de promoção e auxílio no desenvolvimento da atividade de exportação; sendo a APEX-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos do Ministério do Desenvolvimento) o principal ícone neste sentido. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Uma vez inserida neste ambiente e dispondo do suporte do corpo técnico da APEX-Brasil, a empresa apoiada passa a sofrer influência direta da atividade internacional em seus processos. Com isso altera-se a formulação de metas, estratégias e programas; levando a organização a rever todo o seu planejamento estratégico devido à amplitude e diversidade de efeitos advindos do comércio internacional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Dado este contexto, o artigo apresenta um amplo mapeamento das alterações decorrentes do advento da atividade exportadora e do apoio da APEX-Brasil, buscando dar maior clareza ao conjunto destes efeitos sobre o Planejamento Estratégico Empresarial. Tal análise encontra justificativa no fato de todas as áreas funcionais de uma organização serem afetadas pela sua inserção no mercado global. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Dispondo deste mapeamento, as organizações que iniciam a exportação de seus produtos/ serviços podem direcionar adequadamente seus esforços e investimentos. Possibilitando, desta forma, um sucesso não só no cenário internacional, mas também no mercado interno devido ao fato do comércio exterior ter alto potencial de geração de receitas e de desenvolvimento de competências organizacionais.</span></p>
<p><em><span style="font-size: small;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><strong>Este texto é um preview do artigo de mesmo nome publicado no Seminário Nacional de Administração &#8211; USP e que em breve será postado aqui no site.</strong></span></span></em></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Autor: Otávio Calixto (texto em versão parcial)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"> </p>
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		<title>Geração de Vantagem Competitiva em Exportação de Serviços: uma visão do Offshore Outsourcing na Índia</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2009/04/04/estrategia-e-gestao/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 18:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[ESTRATÉGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Offshore Outsourcing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://otaviocalixto.com.br/?p=3</guid>
		<description><![CDATA[A atual busca crescente por excelência operacional e o acirramento da rivalidade entre os concorrentes em torno de processos produtivos menos custosos e mais eficientes levaram diversas empresas de países desenvolvidos a uma busca pela terceirização de operações/ processos não relacionados às suas atividades-fim.

Esta atividade de terceirização transcendeu as fronteiras nacionais fazendo surgir o Offshore Outsourcing. Expressão que designa a terceirização de serviços/ atividades de empresas estrangeiras de um determinado país para empresas prestadoras de serviço de outro país.

Neste cenário a Índia tornou-se o país que logrou maior destaque no ramo de Offshore Outsourcing. Elementos como baixos custos de mão-de-obra capacitada, infra-estrutura de tecnologia adequada e sinergia operacional tiveram fundamental importância na diferenciação alcançada pelo país na oferta de serviços em tecnologia da informação (TI).

Com a união destes elementos e uma crescente oferta de serviços e soluções mais complexas e de maior valor agregado, o setor de TI indiano passou a obter uma considerável vantagem competitiva frente aos seus concorrentes. Assumindo desta forma uma forte e sustentável posição de liderança no setor de exportação de serviços para países desenvolvidos.

Esta vantagem competitiva somada a um consistente investimento nacional em tecnologia e em capacitação de mão-de-obra não só tornou a Índia o ícone emergente em termos de exportação de serviços de ponta como também têm contribuído ainda mais para o vigoroso crescimento da economia indiana ao longo dos últimos anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">      </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;"><img class="alignleft size-full wp-image-51" title="taj-mahal-v1" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2009/04/taj-mahal-v1.jpg" alt="taj-mahal-v1" width="130" height="98" /></span></span></strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O artigo apresenta de forma breve uma análise de como a Índia alcançou a posição de líder no mercado mundial de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Offshore Outsourcing</em> (terceirização de serviços/ atividades para empresas com sede em outro país). Conseguindo diferenciar seus serviços, expandir a sua base de clientes e por fim desenvolver uma vantagem competitiva sustentável frente à concorrência. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Com intuito de tornar o artigo mais rico, ao longo do texto são exploradas informações de agências e instituições internacionais, indianas e americanas (principal cliente do <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Outsourcing</em> indiano). Da mesma forma a bibliografia utilizada usa diversas fontes com ênfase em textos em inglês devido à ainda incipiente quantidade de publicações nesse sentido no Brasil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong><span style="mso-no-proof: yes;">O Processo de Exportação de Serviços</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A evolução da Índia no setor de exportação de serviços de TI apresenta e apresentou crescimento vertiginoso nos últimos anos. Um relatório do escritório de contabilidade do governo americano (United States Government Accountability Office) de Outubro de 2005, mostra um pouco dessa realidade, apontando que em 2003 as exportações de serviços indianos para os EUA já chegava aos US$ 8,7 bilhões, apresentando uma expansão de aproximadamente 35% em relação ao ano anterior (quando foram reportados US$ 6,4 bilhões).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Quando são analisados os dados referentes ao período de 1999 a 2003 o crescimento apontado é de quase 164% em apenas 5 anos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Dados da UNCTAD estimam que já em 2003 esse mercado alcançou US$ 9,5 bilhões, sendo que deste montante US$ 7,2 bilhões são provenientes de serviços e produtos de TI e US$ 2,3 bilhões de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Outsourcing</em>. A expectativa da instituição é que o mercado atinja entre US$ 21 bilhões e US$ 24 bilhões até 2008.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Conforme citado o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Outsourcing</em> na Índia teve início no começo dos anos 90, quando algumas empresas americanas em busca de baratear seus custos de atividades não vinculadas às suas competências centrais contrataram empresas indianas para realizar tarefas simples como a de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">“data entry”</em> (basicamente inserir dados em um banco de informações eletrônicas). Com o decorrer dos anos a Índia passou a oferecer serviços cada vez mais complexos e completos para os seus clientes americanos, incluindo serviços de telemarketing, serviços financeiros, desenvolvimento de software e até mesmo consultoria. Apesar da concorrência crescente, a posição da Índia na liderança nunca chegou a ser ameaçada, pelo contrário: sua liderança tornava-se cada vez mais absoluta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A exportação da <em style="mso-bidi-font-style: normal;">expertise</em> indiana se estendeu para muito além das fronteiras americanas e passou a fazer parte do dia-dia de empresas em praticamente todos os continentes. Muitos se perguntam qual é o motivo de a Índia ter avançado de forma tão tenaz e constante, mesmo em um mercado que já no fim da década de 90 possuía países onde a mão-de-obra era mais barata do que a indiana (que é o caso de países africanos que já ofereciam serviços básicos com bases de dados) e países com grande força econômica e maior proximidade do ocidente (como é o caso do México e Brasil).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A resposta a essa pergunta é simples: a Índia conseguiu diferenciar seus serviços dos serviços oferecidos pelos seus concorrentes. Certamente o fato de ter sido a primeira nação a oferecer o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Outsourcing</em> de serviços de TI deu certa vantagem para a Índia. Porém se não houvesse ao longo do tempo a diferenciação destes serviços em relação àqueles oferecidos pela concorrência seguramente não ocorreria um crescimento tão sólido desse setor no país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Muitos atribuem ao idioma a principal vantagem e diferenciação indiana, no entanto, os principais estudiosos do tema e a UNCTAD (2003) destacam três pontos como fatores determinantes da posição competitiva atual da Índia:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">1 – Baixos custos de mão-de-obra associados a uma força de trabalho com bom nível de compreensão do idioma inglês e de aplicações de TI</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">2 – Um ambiente apropriado de infra-estrutura de tecnologia e comunicação</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">3 – Localização em fuso horário conveniente para os países desenvolvidos (o turno de trabalho na Índia ocorre durante a noite na maioria dos países desenvolvidos, possibilitando a idéia de um trabalho contínuo quando há integração entre as duas partes: país cliente e país prestador do serviço).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Uma vez expostos os fatores que diferenciam os serviços de TI indianos frente à concorrência torna-se mais fácil compreender a forte posição de liderança do país no setor. Porém vale questionar o seguinte ponto: como a Índia tem se aproveitado desses elementos de diferenciação para criar uma Vantagem Competitiva e dessa forma agregar mais valor aos seus serviços exportados e tornar ainda mais forte e sustentável essa liderança no médio e longo prazo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A Vantagem Competitiva</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Os fatores de diferenciação são importantes para destacar a Índia diante dos demais países em desenvolvimento, mas o que realmente tem aumentado o lucro das empresas indianas nos últimos anos e atraído ainda mais clientes é a contínua oferta de serviços e produtos de TI de alto valor agregado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A Índia não só tem passado a oferecer serviços com maior valor agregado como também tem oferecido soluções completas e integradas, e investido cada vez mais na capacitação de sua mão-de-obra conforme se verifica com dados e estimativas do IDC de 2005 publicados pela National Association of Software and Service Companies da Índia:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">As taxas de crescimento do investimento indiano em soluções de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Outsourcing</em> completo, integração de sistemas e consultoria em tecnologia da informação estão entre as maiores e tem crescimento médio previsto até 2009 próximos ou superiores a 20% ao ano. Apontando um sólido investimento nacional no sentido de fortalecer serviços que possuem maior valor agregado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            Os dados m</span>ostram um firme e contínuo investimento em educação e treinamento em TI, capacitando dessa forma a mão-de-obra local a produzir e especializar-se na geração de soluções em tecnologia; garantindo a sustentabilidade e manutenção da posição de liderança da Índia no mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Somado a este crescente investimento, os indianos, com o seu esforço em entregar serviços de alto valor agregado, conseguiram avançar importantes posições na hierarquia de serviços (apresentada em nossa revisão bibliográfica). Sendo exatamente aí a fonte de sua Vantagem Competitiva frente aos concorrentes: o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Outsourcing</em> indiano passou a ser ainda mais atrativo para os consumidores ocidentais devido ao ganho de maturidade e experiência adquiridas em entregar serviços mais complexos e completos, conforme já concluía a UNCTAD (2003) em seu relatório de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">e-commerce</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Destacam-se três atividades em grande expansão no setor de TI indiano que são integrantes dos níveis mais altos na hierarquia de serviços. A primeira delas é a consultoria em TI que é uma atividade enquadrada no topo da hierarquia e que, portanto traz maior valor, risco e margem devido ao seu nível de complexidade e à importância para o cliente. O forte investimento interno indiano nesse sentido é de grande valia, principalmente no sentido de gerar mais riqueza para o país e o diferenciá-lo ainda mais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A segunda atividade que deve ser destacada são os serviços de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">call-center</em>, tanto os serviços de atendimento quanto aqueles de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">telemarketing</em>. Atividade que em primeira análise parece simples, mas é complexa em seu desenvolvimento e execução. Ainda mais considerando que esses serviços de atendimento são feitos por indianos diretamente para clientes-finais (consumidores) americanos, ou seja, os dois além de estarem a milhares e milhares de quilômetros de distância, possuem realidades completamente distintas, aí já se pode notar a complexidade envolvida (poucos países no mundo são capazes de prover tal serviço a outro país). A atividade de interface com o cliente está presente em segundo lugar na hierarquia de serviços em termos de geração de valor e de margem de lucro e como já é de amplo conhecimento está em franca expansão na Índia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Por fim, vale destacar os investimentos em soluções de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Outsourcing</em> completo. Atividade que requer muita credibilidade junto à empresa cliente e que possibilita ganhos nos mais diversos níveis da hierarquia de serviços. Neste tipo de operação é de grande importância um amplo conhecimento de cada uma das etapas do processo por parte da empresa prestadora do serviço.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Poder-se-ía também citar como exemplos de atividades bem-sucedidas do <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Outsourcing</em> indiano a expansão de serviços bancários e de seguros. Mas apenas esses três casos apresentados já demonstram como a Índia tem plenas condições de manter sua posição de liderança através da manutenção de sua vantagem competitiva, uma vez que há investimentos consideráveis nesse sentido e há demanda crescente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><em><strong>Este texto é uma versão parcial do artigo de mesmo nome que foi submetido ao Seminário Nacional de Administração &#8211; USP</strong></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><em> </em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><em></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-no-proof: yes; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Autor: Otávio Calixto (texto em versão parcial)</span></p>
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