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	<title>Gestão &#38; Estratégia &#187; BRIC</title>
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	<description>Artigos de gestão e opinião econômica por Otávio Calixto - versão Beta</description>
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		<title>Crise Européia, Brasil e o Planejamento Estratégico</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 21:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas os mercados financeiros nacional e internacionais têm vivido novos momentos de turbulência. A crise orçamentária dos países europeus que formam os PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha) trouxe novamente o clima de tensão aos mercados e gerou uma queda abrupta da confiança dos investidores na capacidade de pagamento de nações com alto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"><br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-259" title="crise-europeia-brasil-e-o-planejamento-estrategico3" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/05/crise-europeia-brasil-e-o-planejamento-estrategico3-150x150.jpg" alt="crise-europeia-brasil-e-o-planejamento-estrategico3" width="150" height="150" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Nas últimas semanas os mercados financeiros nacional e internacionais têm vivido novos momentos de turbulência. A crise orçamentária dos países europeus que formam os <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha)</strong> trouxe novamente o clima de tensão aos mercados e gerou uma queda abrupta da confiança dos investidores na capacidade de pagamento de nações com alto índice de endividamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Mas, o que de fato essa nova turbulência do mercado pode causar de abalos ou danos a <strong>economia brasileira</strong>? Como as empresas devem considerar esse novo contexto em suas <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">definições e planos estratégicos</strong>?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Entendendo a crise</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Primeiramente vamos entender a origem da crise: com a formação da União Européia consolidou-se em um bloco único países com sensíveis diferenças macro-econômicas. A construção e consolidação do bloco trouxe uma série de benefícios para as economias européias dentre as quais a disponibilidade de uma moeda forte e comum, mercados de capital unificados e livre comércio com os demais países membros da UE. Porém a unificação econômica não trouxe em conjunto a unificação política e a eliminação das <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">desigualdades produtivas </strong>e de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">capacidade financeira</strong> dos países.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Em uma tentativa de propulsionar suas economias durante a crise, os países que formam os PIGS somaram gastos governamentais a um <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">nível de endividamento</strong> que já se apresentava como preocupante no pré-crise. Revelado o estado de insolvência da economia Grega, desnudou-se uma deficiência grave em termos de capacidade de pagamento em outras importantes nações européias, sendo este o estopim de toda a instabilidade atual.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Efeitos sobre o Brasil e sobre os planos estratégicos do setor empresarial</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">Três efeitos já se mostram claros, embora ainda com baixa intensidade no cenário nacional. O primeiro deles é a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">valorização do dólar</strong>, puxado pela alta demanda de investidores externos pela moeda buscando cobrir as perdas em outros mercados e preservar seus ativos em uma moeda de menor risco. O segundo efeito é a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">aceleração da inflação</strong>, com a economia próxima a um superaquecimento (crescemos cerca de 10% no 1º. trim.) o aumento do dólar impulsiona os preços de produtos que utilizam bens importados como insumo. O terceiro e último efeito é a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">perda de fôlego do mercado financeiro</strong>, com o aumento da taxa de juros básica, os títulos públicos tornaram-se atrativos e a saída de investidores estrangeiros diminuiu a atratividade dos ativos, reduzindo a capacidade das empresas brasileiras de captarem recursos no mercado acionário.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;">O ambiente de incerteza e a mudança de variáveis chaves do cenário econômico demandam uma <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">capacidade de resposta</strong> rápida do setor empresarial de forma a considerar alterações em seus planos estratégicos vigentes. Neste momento se torna ainda mais importante reforçar a tarefa de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">EXPLORAR</strong> constantemente o ambiente externo dentro do ciclo de planejamento estratégico da organização. Metas e projetos que são sensíveis a variações cambiais e inflacionárias devem ser cuidadosamente reavaliados, assim como planos de contingência devem ser elaborados para mitigar possíveis agravamentos da situação econômica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Uma estratégia e uma visão só alcançam efetividade de longo prazo quando apresentam um <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">fluxo consistente de revisões</strong> e uma considerável capacidade de se <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">flexibilizar no curto prazo</strong>.</span></p>
<p>Em suma, até o momento podemos concluir que o Brasil está distanciado da crise européia, mas os efeitos percebidos já são o suficiente para manter o sinal de alerta acesso nas reuniões de gestão estratégica e na tomada de decisão de curto prazo da empresa. Portanto, mais uma vez vale agir com cautela e utilizar os recursos da organização com parcimônia: pior do que enfrentar uma crise é passar pela crise sem enfrentá-la.</p>
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		<title>O Legado de C.K. Prahalad</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 16:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[     Neste mês o mundo da Gestão perdeu um de seus mais ilustres pensadores. C.K. Prahalad, professor da Universidade de Michigan (Ross Business School) e famoso consultor e conselheiro de grandes empresas, faleceu aos 68 anos no último dia 16 de abril.   Em sua breve vida Prahalad fez história no pensamento em Gestão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-246" title="c_k_prahalad" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/04/c_k_prahalad-v21-125x150.jpg" alt="c_k_prahalad" width="125" height="150" />Neste mês o mundo da Gestão perdeu um de seus mais ilustres pensadores. <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">C.K. Prahalad</strong>, professor da Universidade de Michigan (Ross Business School) e famoso consultor e conselheiro de grandes empresas, faleceu aos 68 anos no último dia 16 de abril.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Em sua breve vida Prahalad fez história no pensamento em Gestão, defendendo e formulando conceitos amplamente conhecidos e amplamente utilizados hoje pelas corporações mundo afora. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O primeiro deles, construído em parceria com Gary Hamel, ainda nos anos 90 foi o conceito de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">“Corporate Core Competence” </strong>(Competência Central da Empresa, em tradução livre) que se tornou um dos modelos de gestão mais aplicados e palavra de ordem no mundo empresarial nos anos seguintes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">No início dos anos 2000 Prahalad conseguiu formular um conceito ainda mais inovador e que passou novamente a influenciar profundamente o dia-a-dia das empresas: <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">“Fortune at the Bottom of the Pyramid”</strong> (Riqueza na Base da Pirâmide). Conceito que causou muita curiosidade e até mesmo certa estranheza, mas que hoje em dia faz parte do pensamento estratégico da maioria dos gestores de empresas nos mais diversos cantos do mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Prahalad me serviu muitas vezes de inspiração, principalmente na elaboração do modelo de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">“Lojas da Comunidade”</strong> que gerenciei quando atuei na equipe de Planejamento Estratégico do <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">Wal-Mart</strong>. A empresa chegou a distribuir o livro recentemente publicado de Prahalad para todos integrantes do nível de gestão e a organização abraçou a idéia, formulando e construindo ofertas que atendessem especificamente esse grupo de menor renda da população. Nesta época o livro “Riqueza na Base da Pirâmide” foi meu livro de cabeceira por muitos meses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O legado das idéias de Prahalad é muito frutífero e muito rico, ao longo dos próximos anos os desdobramentos destas idéias ainda renderão muitos benefícios para as organizações que as implementarem e para todo o contexto econômico que continuará a se beneficiar de uma economia cada vez mais inclusiva e progressista. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Mais artigos publicados sobre o Prahalad:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Wall Street Journal:</span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> <a href="http://blogs.wsj.com/indiarealtime/2010/04/19/ck-prahalad-thoughts-and-remembrances/">http://blogs.wsj.com/indiarealtime/2010/04/19/ck-prahalad-thoughts-and-remembrances/</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Bloomberg Business Week: </span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"><a href="http://www.businessweek.com/magazine/content/10_18/b4176020893376.htm">http://www.businessweek.com/magazine/content/10_18/b4176020893376.htm</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Business Day: </span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"><a href="http://www.businessdayonline.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=10439:prahalads-thoughts-on-poverty-eradication-&amp;catid=96:columnists&amp;Itemid=350">http://www.businessdayonline.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=10439:prahalads-thoughts-on-poverty-eradication-&amp;catid=96:columnists&amp;Itemid=350</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Época Negócios:</span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI134641-16418,00-MORRE+PRAHALAD+GURU+DA+RIQUEZA+NA+BASE+DA+PIRAMIDE.html">http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI134641-16418,00-MORRE+PRAHALAD+GURU+DA+RIQUEZA+NA+BASE+DA+PIRAMIDE.html</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Prahalad no Wikipedia:</span></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prahalad">http://pt.wikipedia.org/wiki/Prahalad</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US">Principais livros: </span></strong></p>
<ul>
<li>
<div class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"></strong><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">A Riqueza na Base da Pirâmide</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O Futuro da Competição</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Competindo pelo Futuro</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">A Nova Era da Inovação</span></div>
</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>2010: O ano da virada</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2010/02/22/2010-o-ano-da-virada/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Sejam todos muito bem vindos ao site Gestão &#38; Estratégia! É com grande felicidade que venho recepcioná-los aqui neste espaço que só se tornou possível com o apoio moral e profissional de muitos de vocês que me acompanharam nestes últimos anos.   Pensei por um bom tempo o que escrever neste artigo de relançamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"><img class="alignleft size-full wp-image-232" title="2010-ano-da-virada" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/02/2010-ano-da-virada.bmp" alt="2010-ano-da-virada" />Sejam todos muito bem vindos ao site <strong style="mso-bidi-font-weight: normal">Gestão &amp; Estratégia!</strong> É com grande felicidade que venho recepcioná-los aqui neste espaço que só se tornou possível com o apoio moral e profissional de muitos de vocês que me acompanharam nestes últimos anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Pensei por um bom tempo o que escrever neste artigo de relançamento do site. Cheguei a conclusão que, para um ano tão esperado como 2010, não há nada mais adequado do que refletir sobre o que teremos pela frente nesses próximos meses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O ano de 2010 aponta em todos os sentidos como “o ano da virada”, tanto no âmbito interno, no qual o Brasil tende a retomar com grande força seu crescimento e consolidar sua posição de destaque, quanto no âmbito externo, no qual o mundo espera ansioso uma retomada da normalidade econômica e o início de uma década mais segura e sustentável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Fatos &amp; Tendências no Brasil</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Certamente a palavra “crescimento” é a mais adequada para descrever a situação do país em 2010, não apenas o amplamente discutido crescimento econômico, mas também o crescimento social, político e do empresariado brasileiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">No que tange a economia as estimativas são de crescimento robusto, certamente na faixa dos 5%, havendo apostas de crescimento superior a 6%. Setores como o varejo, bens de consumo, infra-estrutura e e-commerce devem alcançar níveis de crescimento acima de 2 dígitos. Com a retomada do crédito, a ampliação da renda e o aumento do número de empregos o consumidor já inicia o ano com ampla disposição ao consumo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O Índice de Expectativa do Consumidor, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria, atingiu níveis recordes em dezembro de 2009, chegando ao índice de 117,2 pontos, um aumento de 6,7% em relação ao índice de dezembro de 2008. O ano de 2010 também será um ano de grande destaque pelos eventos que trará com ele, a Copa do Mundo tradicionalmente impulsiona as vendas de bebidas e eletroeletrônicos; e as Eleições tipicamente geram grandes níveis de investimentos federais em infra-estrutura que devem ser ainda maiores com o começo das obras para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Oferecemos mais do que nunca um mix único e importantíssimo de estabilidade, crescimento econômico em um cenário de ampla democracia. Nossas empresas devem operar em ritmo acelerado aproveitando a situação de baixos estoques e grande demanda. A efervescência deve tomar conta também no mundo das fusões e aquisições, recuperando a queda de quase 30% em 2009 comparado a 2008, quando atingiram o recorde de US$ 95 bi. É esperado também aumento considerável nas ofertas de ações na bolsa, o volume deve aumentar em até 40% em relação a 2009 quando chegaram a US$ 20 bi.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Fatos &amp; Tendências no Mundo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">Se para o Brasil a palavra é “crescimento” para o mundo a palavra é sem dúvida “cautela”. A combinação de euforia econômica em alguns países emergentes e um cenário de imensas dúvidas em diversos países desenvolvidos apresentará um mundo de indicadores modestos para 2010, mas com resultados consistentemente melhores que 2009.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O PIB mundial deve crescer na ordem de 3,2% (baseado em paridade do poder de compra, PPP), um nível consideravelmente inferior ao registro recente de 5% de crescimento em 2007, mas bem mais adequado do que a taxa de -1,5% de 2008. Apesar dos amplos programas de estímulo econômico e da crescente melhora do mercado financeiro, os países desenvolvidos devem crescer a uma taxa de somente 1,7%, enquanto os países emergentes devem apresentar taxa de 5,2%.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt">O maior destaque continuará a ser a China, que em tempos de crise expandiu seu PIB em mais de 8% em 2009 e deverá retomar a taxa de 10% em 2010, o elevado crescimento deverá ser impulsionado pelos investimentos em infra-estrutura e no mercado de bens de consumo. O gigante asiático alcança dois grandes marcos econômicos em 2010: tornar-se a 2ª maior economia do mundo, ultrapassando o Japão; e atingir a marca de 10% de participação em todo o comércio mundial. Reforçando ainda mais a tese de que as aspirações mundiais estarão em torno de um G2, formado apenas pela superpotência chinesa e o ainda vigoroso império americano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> </p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">Por fim, dois fatores serão fundamentais para o retorno da normalidade econômica mundial: a retomada do crescimento no comércio mundial atingido em cheio com a crise econômica, em 2010 as trocas globais deverão crescer em dólares cerca de 3,7%, frente a uma forte derrocada de -9,4% em 2009; e as taxas de juros devem permanecer baixas em todo o mundo, facilitando o crédito às empresas e aos consumidores em geral.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> </p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">Fontes: EIU &#8211; Economist Intelligence Unit, IPEA, CNI, UNCTAD e Portal Exame.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Economist: &#8220;Brazil Takes Off&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 23:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[  Análise do artigo: &#8220;Brazil Takes Off&#8221; publicado pela The Economist   É inegável que o Brasil está em evidência no exterior, muitos países têm olhado com grande curiosidade e admiração a forma com que o Brasil encarou a crise. Realmente fomos um dos últimos a sentir os efeitos da desaceleração mundial e nossa economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong>Análise do artigo: &#8220;Brazil Takes Off&#8221;</strong> publicado pela <strong>The Economist</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><img class="alignleft size-full wp-image-182" title="brazil-takes-off" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/01/brazil-takes-off.jpg" alt="brazil-takes-off" width="138" height="103" />É inegável que o Brasil está em evidência no exterior, muitos países têm olhado com grande curiosidade e admiração a forma com que o Brasil encarou a crise. Realmente fomos um dos últimos a sentir os efeitos da desaceleração mundial e nossa economia já desponta com crescimento vigoroso e consumo em alta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A imagem do país também mudou consideravelmente, anteriormente palavras como “Carnaval” e “Futebol” eram diretamente e facilmente associadas ao Brasil. Hoje em dia o cenário é diferente, eu mesmo tive essa experiência de forma muito clara a última vez que estive em Stanford, todos alunos que descobriam que eu era brasileiro me abordavam de forma entusiasmada sempre iniciando a conversa com duas perguntas: <strong><em style="mso-bidi-font-style: normal;">“E a economia? Vejo que vocês tem crescido muito!”</em></strong>, <strong><em style="mso-bidi-font-style: normal;">“E o presidente Lula? Ele realmente está transformando o país?”</em></strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Tenho que reconhecer que eu também sou um grande entusiasta do crescimento brasileiro e do sucesso recente da nossa economia. No entanto, vale lembrar que muito do que nos salvou da crise também nos manteve isolados e em estado de estagnação econômica por um longo tempo. Nosso mercado vem se mostrando cada vez mais dinâmico e vigoroso e nossas empresas tem atingido níveis de expansão e lucro que fazem inveja ao mundo desenvolvido, mas precisamos sempre nos lembrar também dos problemas que ainda temos que resolver. O artigo “Brazil takes off” publicado pela The Economist apresenta muito bem este cenário e aponta de maneira excelente este contraponto entre o sucesso recente e os problemas ainda em aberto. Uma ótima leitura para compreender o momento em que estamos vivendo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">“WHEN, back in 2001, economists at Goldman Sachs bracketed Brazil with Russia, India and China as the economies that would come to dominate the world, there was much sniping about the B in the BRIC acronym. Brazil? A country with a growth rate as skimpy as its swimsuits, prey to any financial crisis that was around, a place of chronic political instability, whose infinite capacity to squander its obvious potential was as legendary as its talent for football and carnivals, did not seem to belong with those emerging titans.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">Now that scepticism looks misplaced. China may be leading the world economy out of recession but Brazil is also on a roll. It did not avoid the downturn, but was among the last in and the first out. Its economy is growing again at an annualised rate of 5%. It should pick up more speed over the next few years as big new deep-sea oilfields come on stream, and as Asian countries still hunger for food and minerals from Brazil’s vast and bountiful land. Forecasts vary, but sometime in the decade after 2014—rather sooner than Goldman Sachs envisaged—Brazil is likely to become the world’s fifth-largest economy, overtaking Britain and France. By 2025 São Paulo will be its fifth-wealthiest city, according to PwC, a consultancy. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><a name="at_last,_economic_sense"></a><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">At last, economic sense</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">In fact, Brazil’s emergence has been steady, not sudden. The first steps were taken in the 1990s when, having exhausted all other options, it settled on a sensible set of economic policies. Inflation was tamed, and spendthrift local and federal governments were required by law to rein in their debts. The Central Bank was granted autonomy, charged with keeping inflation low and ensuring that banks eschew the adventurism that has damaged Britain and America. The economy was thrown open to foreign trade and investment, and many state industries were privatised. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><a name="national_champions_and_national_handicap"></a><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">National champions and national handicaps</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; mso-outline-level: 2;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">There are new problems on the horizon, just beyond those oil platforms offshore. The real has gained almost 50% against the dollar since early December. That boosts Brazilians’ living standards by making imports cheaper. But it makes life hard for exporters. The government last month imposed a tax on short-term capital inflows. But that is unlikely to stop the currency’s appreciation, especially once the oil starts pumping.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">Lula is right to say that his country deserves respect, just as he deserves much of the adulation he enjoys. But he has also been a lucky president, reaping the rewards of the commodity boom and operating from the solid platform for growth erected by his predecessor, Fernando Henrique Cardoso. Maintaining Brazil’s improved performance in a world suffering harder times means that Lula’s successor will have to tackle some of the problems that he has felt able to ignore. So the outcome of the election may determine the speed with which Brazil advances in the post-Lula era. Nevertheless, the country’s course seems to be set. Its take-off is all the more admirable because it has been achieved through reform and democratic consensus-building. If only China could say the same.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14845197">http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14845197</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN">Copyright: The Economist</span></p>
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		<title>Exame: &#8220;COP15 termina, mas com acordo fraco&#8221;</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2010/01/02/exame-cop15-termina-mas-com-acordo-fraco/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 22:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>

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		<description><![CDATA[  Análise do artigo: &#8220;COP15 termina, mas com acordo fraco&#8221; publicado pelo Portal Exame em 18 de dezembro   Nas últimas semanas de dezembro entregamos boa parte de nossas esperanças por um mundo mais sustentável na mão dos líderes mundiais reunidos em Copenhagen. Pouco antes do início do encontro já era difícil de imaginar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong>Análise do artigo: &#8220;COP15 termina, mas com acordo fraco&#8221;</strong> publicado pelo <strong>Portal Exame</strong> em 18 de dezembro</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><img class="alignleft size-full wp-image-177" title="cop15-v2" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cop15-v2.jpg" alt="cop15-v2" width="101" height="127" />Nas últimas semanas de dezembro entregamos boa parte de nossas esperanças por um mundo mais sustentável na mão dos líderes mundiais reunidos em Copenhagen. Pouco antes do início do encontro já era difícil de imaginar que a conferência terminaria com um amplo acordo e definições claras de metas de redução das emissões, no entanto, ainda havia esperança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Ao longo do encontro o que vimos foi uma conferência marcada pela desorganização, desentendimento e decepção. Causou-me certo espanto ver a forma com que as autoridades dinamarquesas perderam o controle do evento, seja pelo caos na entrada do centro de convenções ou pelos constantes tumultos provocados pelo enfrentamento direto entre manifestantes e forças policiais. Da mesma forma fiquei espantado com o pensamento e a postura individualista marcante nos líderes nacionais que estiveram presentes na reunião.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">De certa forma o Brasil fez a sua parte ao levar ao encontro metas definidas de redução, e adotar uma postura pragmática de resolver o problema em pequenos grupos de países com alta relevância internacional para posteriormente apresentar uma proposta mais coesa à plenária. Mas estas iniciativas não foram suficientes, a conferência foi marcada por debates intermináveis e poucos resultados práticos. Muitos a vêem como um grande fracasso, poucos a vêem como o início, ainda que discreto, de uma discussão que ainda renderá muitos frutos para o mundo, visão da qual eu compartilho. O fato é que o encontro terminou, e agora nos resta esperar desdobramentos positivos das discussões e do fraco acordo construído pelos líderes que estiveram presentes em Copenhagen.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A Revista Exame analisou de forma muito competente o apagar das luzes da COP15, apontando os principais pontos do acordo construído ao longo do evento. Vale a pena ler e analisar este artigo, desta forma podemos saber o que esperar dos desdobramentos deste polêmico encontro. Boa leitura!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top; mso-outline-level: 3;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">“A 15ª Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (COP15) chegou ao fim nesta sexta-feira sem o acordo esperado por todos. A última esperança era a reunião realizada entre Brasil, China, Estados Unidos, África do Sul e Índia. Mas nesse encontro não houve consenso entre os 193 países participantes das discussões sobre a redução de emissões de gases-estufa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O ministro brasileiro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse a jornalistas que o conteúdo do documento será feito considerando um possível encontro em 2010. Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama já se despediram da conferência climática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Um funcionário oficial do governo norte-americano disse que as decisões tomadas pelos Estados Unidos em Copenhague não foram suficientes para chegar a um acordo global, mas são importantes para uma primeira ação: &#8220;Nenhum país está totalmente satisfeito com cada elemento. Mas é um passo significativo e histórico para a frente&#8230;Entramos nessa negociação em um momento em que os países tinham diferenças significativas&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O último esboço de documento divulgado hoje estipulava a redução de gases-estufa em 80% para os países ricos e em 50% para as demais nações até 2050. Se for aceita, a nova proposta considera a meta a partir dos níveis estabelecidos em 1990. O que ainda está indefenida é a meta para 2020.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Um grupo composto por 25 países &#8211; desenvolvidos e em desenvolimento &#8211; elaborou uma declaração de duas páginas definindo os próximos passos do combate às mudanças climáticas. Entre eles, está a mobilização de 30 bilhões de dólares nos próximos três anos para ajudar países pobres. A intenção é que, a partir de 2020, sejam destinados anualmente cerca de 100 bilhões de dólares em favor da causa ambiental.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Em discurso improvisado, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, disse estar frustrado com a falta de inteligência dos chefes de Estado para promover um acordo global. Mesmo assim, Lula se propôs a ajudar financeiramente o fundo climático, destinado a países pobres.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/cop15-chega-ao-fim-acordo-definido-521257.html">http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/cop15-chega-ao-fim-acordo-definido-521257.html</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: top;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Copyright: Portal Exame</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Newsweek: &#8220;The New Shopping Superpower&#8221;</title>
		<link>http://otaviocalixto.com.br/2009/04/06/newsweek-the-new-shopping-superpower/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 19:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[    Análise do artigo: &#8220;The New Shopping Superpower &#8211; The BRICs rely increasingly on domestic demand and can boom even if export markets like the U.S. slow&#8221; de Jim O&#8217;Neil, economista chefe da Goldman Sachs.   A crise atual tem colocado em xeque muitas das expectativas macro-economicas construidas ao longo da última década. Dentre tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><strong>    </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><strong>Análise do artigo: <em>&#8220;The New Shopping Superpower &#8211; The BRICs rely increasingly on domestic demand and can boom even if export markets like the U.S. slow&#8221;</em></strong> de Jim O&#8217;Neil, economista chefe da Goldman Sachs.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><img class="alignleft size-full wp-image-57" title="bric-08-v2" src="http://otaviocalixto.com.br/wp-content/uploads/2009/04/bric-08-v2.jpg" alt="bric-08-v2" width="180" height="120" />A crise atual tem colocado em xeque muitas das expectativas macro-economicas construidas ao longo da última década. Dentre tais expectativas uma das mais proeminentes certamente é a de fortalecimento contínuo e acelerado da economia dos países emergentes diante dos países em desenvolvimento, em especial no famoso grupo dos BRIC (Brasil, Rússia, índia e China).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A expressão BRIC foi cunhada no estudo “Dreaming With BRICs: The Path to 2050” publicado pela Goldman Sachs em outubro de 2003, no qual realizou-se uma série de análises de tendência acerca das perspectivas econômicas dos quatro maiores países emergentes do globo. Fatores como crescimento esperado do PIB, renda per capita e política monetária foram analisados e chegou-se a conclusão de que este grupo de países se tornaria a maior força econômica mundial por volta do ano de 2050.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Com o advento recente da crise e seus efeitos dramáticos em diversas economias dos países emergentes, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>muitos questionaram se ainda eram sustentáveis as previsões realizadas pelos analistas da Goldman Sachs em relação aos BRICs.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O texto abaixo publicado na penúltima edição da revista americana Newsweek nos traz uma luz sobre o tema e apresenta uma visão bastante otimista. Vale destacar que o autor do artigo é Jim O’Neil, o próprio economista chefe do Goldman Sachs, o que torna o texto ainda mais relevante. Boa leitura: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">“China&#8217;s </span><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">February trade surplus plunges, industrial production falls to record lows, electricity consumption slows dramatically, millions flee Shenzhen and other cities in the east as factories close. These are just a few recent news items that have prompted client e-mails requesting my latest forecasts for the BRICs, the term we at Goldman Sachs coined back in 2001 to encapsulate the excitement about Brazil, Russia, India and China, the world&#8217;s most promising emerging markets. What everyone wants to know is whether this is the end for what we called the BRIC &#8220;dream.&#8221;</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> </span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">The simple answer is no. While I predicted a few years back that the BRIC economies would together be larger in dollar terms than the G7 by 2035, I now believe that this shift could happen much faster—by 2027. Take the gloomy prognostications for China, the biggest and most important of the BRICs. What the China doomsayers don&#8217;t report is that through February retail sales growth rose by 15 percent. Consumer prices have fallen sharply, providing a big boost in real income. The government is stimulating demand through infrastructure spending, and Beijing has announced major plans to strengthen medical coverage, something that could eventually release a tremendous amount of pent-up Chinese savings. The Chinese A-share market, which fell more than 60 percent in 2008, hit bottom on Nov. 10. It&#8217;s no coincidence that this was the day Beijing announced a stimulus package of 4 trillion yuan. Since then, Chinese stocks have rallied by more than 30 percent, outperforming U.S. stocks by close to 50 percent.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> </span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Who said decoupling was dead? The decoupling idea is that, because the BRICs rely increasingly on domestic demand, they can continue to boom even if their most important export market, the United States, slows dramatically. The idea came into disrepute last fall, when the U.S. market collapse started to spread to the BRICs, but there&#8217;s now lots of evidence that decoupling is alive and well.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">This year the BRICs as a whole will grow only about 4 percent. But compare that with the truly bleak forecasts for the rest of the world. Our latest global GDP forecast for 2009 shows a decline of 1.1 percent. We forecast a decline for the U.S. of 3.2 percent; an even worse fall-off for the euro area, negative 3.6 percent; and for Japan, an astonishing decline of 6.1 percent. The good news is that things will get better. In 2010, we expect world growth to be near 3 percent, with China, stimulated by growing domestic demand, back at 9 percent, and India at 6.6 percent.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> </span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Within this overall picture, there is clear evidence of a major rebalancing, as BRIC shoppers account for an increasingly large share of global consumption. When we track retail shoppers from 2004 to 2008 (using data adjusted for inflation and the relative size of national economies), it becomes clear that European and Japanese shoppers were barely contributing anything to real consumption growth. American shoppers gradually contributed less up to 2007 before completely zipping up their wallets in 2008. BRIC shoppers slowly contributed more, and, importantly, their contribution continued to increase into 2008, despite the collapse of the U.S. shopper.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> </span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">At the heart of this shift in consumer power is China. Its total economy already equals that of the other three BRICs put together, and what happens to China is critical for the BRICs, and the world. With the authorities announcing plans to introduce medical insurance to 90 percent of the rural community by 2011, a huge infrastructure-spending program and a massive easing of monetary and financial conditions, the only debate in my mind is exactly when China will restore its growth rate back above 8 percent. When that happens, I suspect I&#8217;ll be getting far fewer worried e-mails asking what our new BRIC projections look like!”</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Autor: Jim O&#8217;Neil, economista chefe da Goldman Sachs, comentarios por Otávio Calixto (texto em versão parcial, publicado pela Newsweek em 21 de março de 2009).</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Fonte: <a href="http://www.newsweek.com/id/190384">http://www.newsweek.com/id/190384</a></span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Copyright: Newsweek</span></p>
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